Justnii’s Weblog

Árvores

Publicado por: justnii em: Setembro 3, 2008

Eu ia pesquisar sobre as árvores, mas não vai dar tempo de colar aqui, então vou pesquisar e colocar só o link, tá?!

Sites da AROEIRA SALSA

http://pt.wikipedia.org/wiki/Schinus

http://pt.wikipedia.org/wiki/Aroeira

http://www.casaecia.arq.br/plantas_nativas.htm

http://www.remade.com.br/pt/mad_exotica.php?num=336

Tenho que ir…não vai dar mais para terminar a pesquisa… Está faltando: BICO DE PAPAGAIO, IPÊ AMARELO(TODOS), PINGO DE OURO.

Te amooo amor da minha vida!

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Abelhas

Publicado por: justnii em: Setembro 3, 2008

Abelha Apis Mellifera

Site 1: http://www.institutohorus.org.br/download/fichas/Apis_mellifera.htm

Tem algumas informações! Mas, tem muita coisa e ele é meio estranho. Só entrando no site mesmo.

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Site 2: http://pt.wikipedia.org/wiki/Apis_mellifera

Abelha-européia (Apis mellifera) é uma abelha social, de origem européia, cujas operárias medem de 12 mm a 13 mm de comprimento e apresentam pêlos do tórax mais escuros.

Introduzida no Brasil em 1839, para suprir apiários na produção de mel e cera. Também é chamada de abelha-alemã, abelha-comum, abelha-da-europa, abelha-de-mel, abelha-doméstica, abelha-do-reino, abelha-escura, abelha-europa, abelha-preta e oropa.

Mel, pólen, própolis e um exemplo de organização social é o que as abelhas generosamente oferecem ao homem.

A abelha comum ocidental, a Apis mellifera, é originária da Ásia e da Europa e foi introduzida na América por ingleses e espanhóis. Vive em colónias permanentes, formadas por uma rainha (no máximo duas, excepcionalmente), abelhas operárias (entre 10 mil e 15 mil), e entre 500 e 1.500 zangões, ou machos. As fêmeas diferenciam-se dos zangões(machos)pois estas possuem ferrão.

As abelhas vivem em colmeias, que podem ser artificiais ou naturais. Em seu interior, as operárias usam cera para construir os favos (formados por células em forma de prisma hexagonal), onde armazenam mel e pólen para alimentar tanto as larvas como os insectos adultos.

A rainha ocupa-se exclusivamente em colocar ovos: cerca de 3 mil por dia. Quando uma colmeia necessita de uma fêmea fecunda, as obreiras constroem um alvéolo maior e nele são depositados todos os ovos fecundados. As larvas desses ovos recebem uma alimentação especial e convertem-se em rainhas. Como em cada comunidade só pode viver uma rainha, gera-se uma “disputa pelo poder” sendo as vencidas expulsas da colmeia.

Os zangões são os elementos improdutivos da colónia e a sua única função é fecundar a rainha.

Normalmente, todos os anos cada colónia libera um ou mais enxames sempre contendo uma rainha que se instala noutro lugar, com abundância de flores, fundando uma nova colónia. É assim que a espécie se propaga.

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Na internet tem bastante coisa falando das abelhas, mas só vendo mesmo pq tem algumas que são africanas, outras italianas…e são da Europa né!? rs…

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Aves 6 – tico-tico

Publicado por: justnii em: Setembro 3, 2008

Tico – tico – Zonotrichia capensis

Site 1: http://ww2.prefeitura.sp.gov.br//arquivos/secretarias/meio_ambiente/fauna_flora/fauna/ticotico.pdf

Nome Popular : Tico-tico
Nome científico : Zonotrichia capensis
Onde pode ser encontrado em vida livre na cidade: É comum e abundante em todos os parques e bairros da cidade.
Biologia – Habitat: Encontrado praticamente em todos os tipos de habitat: campos, beiras de florestas, capoeiras, áreas urbanas arborizadas.
Comportamento: São encontrados solitários, aos pares e também em grupos homogêneos. Enquando são perturbados no ninho, algumas vezes os adultos tentam atrair o intruso para longe do ninho correndo no chão e fingindo ter uma asa quebrada.
Alimentação: Alimentam-se de sementes, insetos, geralmente no solo onde se movimenta aos pulinhos.
Reprodução: Os ninhos contém de 3 a 5 ovos. Os filhotes nascem após 12 ou 13 dis de incubação e são alimentados pelos pais. Abandonam o ninho 9 a 12 dias após o nascimento, tornandose independentes com 20 a 30 dias de vida.
Grau de ameaça no Estado de S.Paulo e no Brasil: Pelo fato do tico-tico ser vítima do parasitismo do chopim, além da expulsão pelo próprio homem (urbanização), cita-se que há declínio de suas população.
Relação com a cidade (adaptação, impacto, doenças): Atacam regularmente revoadas de cupins, contribuindo com o controle biológico de pregas.
Curiosidades(tamanho, coloração, etc): Apresenta topete listrado típico. É comum os chopins colocarem seus ovos em ninhos de tico-ticos que os chocam. Os filhotes das 2 espécies são criados juntos com sucesso.
Fontes consultadas:
- Arquivos da Divisã de Fauna
- Sick, H. 1997. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro. Nova Fronteira, 912 p.
- Belton, William. 1994. Aves do Rio Grande do Sul:
Distribuição e Biologia. Ed. Ursinos, São Leopoldo. 584 p. 

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Site 2: http://pt.wikipedia.org/wiki/Zonotrichia_capensis

O tico-tico (Zonotrichia capensis) é uma ave da ordem Passeriformes, família Emberizidae. Ocorre em todo o Brasil, exceto na Floresta Amazônica, e tem aproximadamente 13,5 cm.

Costuma habitar campos de cultura e perto de habitações, bota de 3 a 5 ovos e a incubação leva aproximadamente 13 dias.

Macho e fêmea são muito parecidos, mas o canto do macho é mais alto e mais prolongado; além disso, quando um casal está junto, geralmente só o macho levanta o topete. O jovem não tem as marcações bem definidas na cabeça.

Comportamento e reprodução: Tico-tico alimentando um chupim juvenilCanto bastante conhecido e melodioso. O canto noturno é diferente e mais curto. Em gaiola costumam abandonar os ovos ou filhotes, que precisariam ser passados para a ama-seca. Reproduzem-se melhor em viveiros arborizados. Na natureza são freqüentemente parasitados pelo chupim.

Tipo de ninho: Em forma de taça. Aceitam perfeitamente ninhos de corda 10 cm de diâmetro.

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Site 3: http://www.species.it/resources/species/Aves/Zonotrichia_capensisPOR.htm

Ave de ampla distribuição, que ocorre em qualquer área aberta² em todas as regiões do Brasil, exceto pela Amazônia por conta de suas densas florestas. Habita paisagens abertas, campos de cultura, fazendas, jardins, e até mesmo, pátios e coberturas ajardinados.
Possuindo aproximadamente 15 cm são característicos da espécie: o pequeno topete, o desenho listrado de cinza e preto da cabeça, a garganta branca, o peito riscado de marrom e negro e o colar ferrugíneo, sendo, geralmente, menos pronunciados no sexo feminino. O jovem não apresenta as faixas na cabeça, a nódoa preta ao lado do pescoço e o colar vermelho, possuindo manchinhas negras no peito.
Alimentam-se de sementes e insetos apanhados no solo, onde se movimenta por meio de pequenos pulos, um dos traços mais interessantes de seu comportamento.
Emitem forte vocalização apenas durante o período reprodutivo; depois, parando ou vocalizando com pouco vigor. Seu canto diurno tem quatro a cinco assobios claros e bem pronunciados e à noite, ou em situações de perigo, mesmo durante o dia, emite o chamado canto noturno, que mais é forte e diferente do primeiro5.
Vivem estritamente aos casais sendo extremamente fiéis a um território, defendido energicamente pelo macho contra a aproximação de outros de sua espécie, abaixando-se, abrindo as asas e inclinando-se para frente com o bico semi-aberto.
Constroem o ninho, em forma de tigela aberta e espessa, em arbustos, moitas, capins, barrancos e até mesmo no chão. Na sua construção, utilizam raízes e ramos, revestindo a cavidade interna com ervas e pêlos e enfeitando, externamente, com musgos verdes. Os três a cinco ovos medem cerca de 21×15 mm e são esverdeados e cobertos por pontos avermelhados5.
Após um período de incubação de 12 a 13 dias, nascem os filhotes que são alimentados pelos pais que se revezam, trazendo invertebrados, como artrópodes (em geral esmagados) na ponta do bico ou, quando os filhotes já estão mais crescidos, insetos maiores e inteiros presos entre as maxilas. Os jovens abandonam o ninho entre o 9° e o 12° dia de vida e estabelecem território próprio entre o 5° e 11° mês de vida.
O ninho do tico-tico é tradicionalmente parasitado pelo chopim (Molothrus bonariensis) que ali coloca os seus ovos. Com freqüência, é possível observar tico-ticos adultos alimentando os enormes e desajeitados filhotes de chopim.
TAXONOMY
Kingdom: ANIMALIA
Phylum: CHORDATA
Class: AVES
Order: PASSERIFORMES
Family: EMBERIZIDAE
Genus: Zonortichia
Species: Zonotrichia capensis
Authority: Müller, 1776

Conservation:
Histórico: 1988 – Baixo Risco/Não ameaçada (BirdLife International 2004) 1994 – Baixo Risco/Não ameaçada (BirdLife International 2004) 2000 – Baixo Risco/Não ameaçada (BirdLife International 2000)

NÃO AMEAÇADA A classificação de espécie não ameaçada é aplicada quando esta, avaliada pelos critérios padrões, não se enquadra nas categorias: Criticamente Ameaçada, Ameaçada, Vulnerável ou Em Perigo. A vasta distribuição e as abundantes taxas da espécie são parâmetros para inclusão na categoria de espécie Não Ameaçada.

Literature:

1 – SICK, H. 1984. Ornitologia Brasileira. Brasília: Editora Universidade de Brasília. 827 p.
2 – DEVELEY, P. F. 2004. Aves da Grande São Paulo: guia de campo. São Paulo: Aves e Fotos Editora. 295 p.
3 – ANDRADE, M.A.1992. Aves Silvestres: Minas Gerais. Belo Horizonte: Conselho Internacional para a Preservação das Aves, 176 p.
4 – FERREZ, L.1992. Observando Aves no Estado do Rio de Janeiro. Contagem: Kittera Maciel, 122 p.
5 – HÖFLING, E. & CAMARGO, H.F.A. 1999. Aves no Campus da Cidade Universitária Armando Salles de Oliveira. 3.ed. ver. e ampl. São Paulo: EDUSP. 157 p.

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Sites extras:

http://www.xeno-canto.org/browse.php?query=Zonotrichia%20capensis&pagenumber=&order=country&view=0&lang=port

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Aves 5 – Sanhaçu-cinzento

Publicado por: justnii em: Setembro 3, 2008

Sanhaçu-cinzento – Thraupis sayaca

Site 1: http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./especie/fauna/index.html&conteudo=./especie/fauna/aves/sayaca.html

Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Emberizidae
Nome científico: Thraupis sayaca
Nome vulgar: Sanhaço
Categoria: Indeterminado
Entre os sanhaços brasileiros esta é a espécie mais popular, sendo também denominada de sanhaço-cinzento ou sanhaço-do-mamoeiro.
Alimentação: frutos, folhas, brotos, flores de eucaliptos (Eucalyptus spp) e insetos; entre estes os alados de cupins (“aleluias” ou “siriris”) capturados em vôo.
Nidificação: o ninho, construído pelo casal, é escondido na vegetação densa, repousando numa forquilha de árvore, entre 1,5 e 9 m de altura. Ele é compacto, feito de pequenas raízes, musgos e pecíolos foliares, com um diâmetro externo de cerca de 11 cm. Os ovos, 3 ou raramente 2, apresentam coloridos variados: branco-amarelado, cinza, esverdeado, com manchas pardas pronunciadas ou não. A incubação é tarefa da fêmea e provavelmente do macho, durando de 12 a 14 dias. O casal alimenta os filhotes, que deixam o ninho após 20 dias de idade.
Hábitat: paisagens abertas com árvores e arbustos, plantações e áreas urbanas.
Tamanho: 18,5 cm

Fonte: USP

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Site 2: http://pt.wikipedia.org/wiki/Thraupis_sayaca

Thraupis sayaca, conhecido popularmente por sanhaço-cinzento, sanhaço-do-mamoeiro ou saí-açu, é uma ave passeriforme da família Fringillidae.
Caracterização: O sanhaço-cinzento mede aproximadamente 18 cm de comprimento e o macho pesa, em média, 42 gramas. Possui plumagem cinzenta ligeiramente azulada, com partes inferiores mais claras. As asas são verde-azuladas.
Vive em árvores tanto em campo quanto em áreas urbanas. Ocorre na Venezuela, Colômbia, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai. No Brasil, está presente do Maranhão ao Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso.

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Site 3: http://www.species.it/resources/species/Aves/Thraupis_sayacaPOR.htm

Ave vista aos pares ou em pequenos bandos com cerca de 17 centímetros sendo que o macho pesa em torno de 42 gramas. Tem o corpo cinzento, ligeiramente azulado, ficando esbranquiçado no peito e ventre e com as bordas das penas das asas e cauda azuis esverdeadas. Macho e fêmea são idênticos externamente.
Apresenta ampla distribuição geográfica, ocorrendo no Brasil – do Maranhão ao Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso, além de Bolívia, Paraguai, Argentina, Uruguai, Venezuela e Colômbia. É um dos pássaros mais comuns e populares no Brasil.
É encontrado tanto em campos ou áreas de cultivo do interior, sendo bastante visto em pomares, quintais e cafezais, como também ocupa áreas urbanas, inclusive grandes centros.
Opta pelas copas das árvores, onde vive em casais, e constrói seu ninho em forma de tigela na extremidade dos galhos superiores1. O ninho, a exemplo da foto, é feito de pequenas raízes, musgos e pecíolos foliares, com um diâmetro externo de cerca de 11 cm. Os ovos, três ou raramente dois, apresentam coloridos variados: branco-amarelado, cinza, esverdeado, com manchas pardas pronunciadas ou não. A incubação é tarefa da fêmea e provavelmente do macho, durando de 12 a 14 dias. O casal alimenta os filhotes, que deixam o ninho após 20 dias de idade. Fora do período reprodutivo torna-se nômade, dispersando-se em grupos e acompanhando a frutificação sazonal de certas fruteiras.
Também é conhecido por sanhaço-de-mamoeiro por dar preferência a esta fruta ou ainda à embaúba (Cecropia sp.), mas qualquer outra árvore frutífera é de seu agrado. Dá preferência aos frutos amadurecidos ou infestados de larvas, que não serviriam comercialmente4. Além disso se alimenta de folhas, brotos, flores de eucalipto (Eucaliptus spp.) e insetos, caçados no meio da vegetação, aproveitando-se das revoadas de formigas e cupins alados. Nos centros urbanos, podem ainda ser vistos se alimentando de água com açúcar em bebedouros para beija-flores.

TAXONOMY
Kingdom: ANIMALIA
Phylum: CHORDATA
Class: AVES
Order: PASSERIFORMES
Family: EMBERIZIDAE
Genus: Thraupis
Species: Thraupis sayaca
Authority: Linnaeus, 1766

Conservation:
Ibama: não ameaçado

IUCN: Least concern.

Literature:

1- ANDRADE, M.A.1992. Aves Silvestres: Minas Gerais. Belo Horizonte: Conselho Internacional para a Preservação das Aves, 176 p.
2- ANTAS, P. T. Z. 2004. Pantanal: Guia de Aves. Rio de Janeiro: SESC, Departamento Nacional. 248 p.
3- DEVELEY, P. F. 2004. Aves da Grande São Paulo: guia de campo. São Paulo: Aves e Fotos Editora. 295 p.
4- FERREZ, L.1992. Observando Aves no Estado do Rio de Janeiro. Contagem: Kittera Maciel, 122 p.
5- HÖFLING, E. & CAMARGO, H.F.A. 1999. Aves no Campus da Cidade Universitária Armando Salles de Oliveira. 3.ed. ver. e ampl. São Paulo: EDUSP. 157 p.
6- SICK, H. 1984. Ornitologia Brasileira. Brasília: Editora Universidade de Brasília. 827 p.
7- SIGRIST, T. 2006. Aves do Brasil: uma visão artística. 2.ed. São Paulo: Editora Avis Brasilis. 672 p.

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Sites extras:

http://verdes-natureza.blogspot.com/2008/07/sanhao-cinzento-thraupis-sayaca.html

http://www.xeno-canto.org/browse.php?query=Thraupis%20sayaca&pagenumber=&order=taxonomy&view=2&lang=port

Aves 4 – Sabiá-laranjeira

Publicado por: justnii em: Setembro 3, 2008

Sabiá-laranjeira – Turdus rufiventris

Site 1: http://www.saudeanimal.com.br/sabia.htm

NOME - Sabiá laranjeira
NOME CIENTÍFICO - Turdus rufiventris
NOME EM INGLÊS: Rufous-bellied Thrush
OUTROS NOMES: sabiá peito-roxo, sabiá gongá, sabiá vermelha, e sabiá amarelo.
ORDEM: Passeriformes
FAMÍLIA: Turdidae
LOCALIZAÇÃO: Estado litorâneos, Mato Grosso (ambos) e Goiás. Sua distribuição ocorre em quase todo o território brasileiro à exceção da floresta amazônica.
TAMANHO: cerca de 25 cm
LONGEVIDADE: em torno de 30 anos
Nº DE FILHOTES: número de ovos de cada postura é quase sempre 2, às vezes 3. Cada fêmea choca 3 vezes por ano, podendo tirar até 6 filhotes por temporada.
TEMPO DO CHOCO: O filhote nasce aos treze dias depois de a fêmea deitar e sai do ninho também aos treze dias de idade e pode ser separado da mãe com 35 dias.

Vamos falar sobre a criação de sabiás. Embora haja inúmeras outras formas, vamos nos restringir à espécie que consideramos a mais popular e a mais cultivada pelos passarinheiros, o sabiá laranjeira (Turdus rufiventris).
Conhecido também como sabiá peito-roxo, sabiá gongá, sabiá vermelha, e sabiá amarelo. O macho pode ser o sabiá ou a sabiá, tanto faz. Sem dúvida, são dos melhores cantores que existem em todo o mundo. Foi motivo – com muito merecimento – de inspiração para renomados poetas elaborarem seus famosos versos, como escreve Gonçalves Dias “minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá – as aves que aqui gorjeiam não gorjeiam como lá” e nosso poeta e músico maior, Chico Buarque “vou voltar para o meu lugar – e é lá – que eu hei de ouvir cantar – uma sabiá”
São belos pássaros de médio tamanho cerca de 25 cm e por isso precisam de gaiolas e viveiros adequados para poderem sobreviver com plena saúde. A grande maioria dos passarinheiros que os mantém não costumam levá-los para passear como os bicudos, coleiros e curiós.
O sabiá tem muita dificuldade em adaptar-se em ambientes estranhos, não se acostuma facilmente com objetos diferentes, a gaiola é muito grande e por isso é desaconselhável retirá-lo de locais daonde está ambientado. Além do que, uma vez assustado bate a cabeça nas hastes e nos ponteiros das gaiolas e chega a se ferir gravemente e cada vez com mais intensidade, e se matar se não for socorrido em tempo. Para evitar isso, é bom que se coloque uma proteção de pano ou papel nos lados da gaiola para que ele se acomode melhor.
Não há torneio de canto para esses pássaros, na realidade ficam restritos a conviver na residência dos mantenedores. Muita pessoas – 20% dos lares brasileiros tem aves – querem tê-los perto de si e escutar o seu canto mavioso, é proibido capturar na natureza, então procriá-los em larga escala é única solução para atender a demanda. Temos que ser realistas e deixar de poesia, produzir domesticamente pássaros não é falar ou dizer é praticar efetivamente a preservação. Nada como ter-se o prazer de criar uma vida nova e é uma obrigação que temos, a de preservar de todas as formas possíveis os nossos pássaros nativos, os nossos pássaros autenticamente brasileiros.
Se forem pássaros mansos e acomodados, especialmente a fêmea, reproduzem com muita facilidade em ambientes domésticos, dessa forma poderemos conseguir preservar os dialetos de canto de mais qualidade, esse é o principal estímulo.
A Portaria 118 do IBAMA, está aí para possibilitar criadouros comerciais e incrementar a reprodução doméstica, ganhar dinheiro de uma forma gratificante e fazer o que gosta, como é bom. Nos dias de hoje, para nossa sorte e surpresa a população da sabiá laranjeira – à medida da cessação/diminuição da caça predatória – tem aumentado muito, especialmente nas grandes cidades. A degradação das densas florestas, por incrível que pareça, tem favorecido a reprodução na natureza dos sabiás laranjeiras que apreciam florestas ralas e esparsadas.
Podemos vê-los, em densas populações nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, São Paulo, Curitiba, Campo Grande, Cuiabá, Porto Alegre, Rio de Janeiro, talvez pela falta de inimigos naturais ou muitas árvores frutíferas nos quintais. Nesses locais, infelizmente, os respectivos cantos são de péssima qualidade. Sua distribuição ocorre em quase todo o território brasileiro à exceção da floresta amazônica.

A coloração de suas costas é cinza-escuro, peito esbranquiçado, gola raiada de tons preto e branco e abdome vermelho alaranjado que pode mudar de tom conforme a região, a do nordeste brasileiro é bem mais claro, bem mais amarelado. Não há disformismo sexual, a fêmea é exatamente igual ao macho, não se consegue separar um do outro, facilmente. Na natureza, procria entre os meses de setembro e janeiro. Preferem as beiradas de matas, pomares, capoeiras, beiras de serras e estradas, praças e quintais, sempre por perto de água abundante. É um pássaro territorialista, e demarca uma área geográfica quando está em processo de reprodução e não aceita a presença de outras aves da espécie, a fêmea também é muito valente. Ao iniciarem-se as chuvas ao final do mês de agosto, cantam muito para estimular suas fêmeas e fixarem sua morada, notadamente ao amanhecer e ao entardecer.

Quando não estão em processo do choco ou na fase do fogo e que a libido está em alta, quase não cantam e podem ser vistos agrupados, especialmente no chão a comerem frutos e insetos. Consomem quase todas as frutas de pomares com preferência para o mamão e abacate e de árvores silvestres abundantes em nosso País. Apreciam também pimenta, amora, mariana e alguns legumes. Seu canto é longo e melodioso assemelhado ao som de uma flauta e dependendo do local pode-se escutá-lo a mais de um quilômetro de distância. Alguns repetem o canto e chegam a passar até dois minutos emitindo-o, sem parar.

A frase musical de qualidade varia de 10 a 15 notas, sendo que ele costuma variar a seqüência das notas modificando-as para dar maior beleza ao canto, inserindo inclusive os curiangos “krom-krom” ou os joão-de-barro “quel-quel-quel”.

Uma maravilha da natureza, uma sinfonia, o canto do sabiá laranjeira. Existe uma infinidade de dialetos, cada região possui o seu próprio. A maioria são lindíssimos, os mais importantes são: o “cai-cai-balão”, o camboriú, o “to-to-ito” e o “piedade”. Este último é o mais solicitado de todos, oriundo de Minas Gerais na região de Carmo do Paranaíba, Patrocínio e Patos de Minas. Nesse canto, o sabiá diz claramente: piedade-sinhô/piedade/tendó-de-nós/piedade/sinhô….. Muitos criadores estão procurando conservar este canto e a tendência, quem sabe, é considerá-lo futuramente como padrão. Existe também o canto “trinta e oito”, de frase curta e muito repetitivo são poucos os que gostam dele, muito comum, porém, no Estado do Rio de Janeiro.

Toda sabiá laranjeira emite ainda os cantos:

a) peruzinho, em volume baixo quando está com raiva, assim: siri-fririri-serere-siriri-friri-sriri…. às vezes dura mais de dois minutos, estufa-se toda, vira uma bola, pula de um lado para outro e o emite para mostrar sua valentia ao rival e se for o caso partir para vias de fato ;
b) a castanhola, assemelhado a um tá-tá-tá-tá, também é um canto provocativo;
c) a corrida, em um volume alto, muito emitida no início do acasalamento – serve para marcar o território e desafiar pretensos rivais – seria um til-til-til-til-til-til bem forte. E o miado, o macho diz muito claro, parecendo um gato, “minhau” “minhau” várias vezes, é o sinal de sua presença para a fêmea.

Tem-se que ter muito cuidado, no entanto, para ensinar canto aos filhotes, senão ele aprende a chamar cachorro e repetirá “tui-tui-tui-tui-tui…….”- sem parar, é horrível escutar este tipo de canto. O sabiá é uma ave longeva, vive até trinta anos, dependendo de sua saúde e do trato que se lhe dispensa, há registro de um que viveu 32 anos.

A alimentação básica deve ser de ração, complemente com frutas como maçã, pera, banana prata/marmelo verdoengas e abacate pouco amadurecido. É salutar que de disponibilize, também, farinhada tipo broa com ovo e adicionando Mold-Zap® à base de 1 gr. por quilo. Três dias por semana administrar polivitamínico tipo Orosol®, Rovisol® ou Protovit®, este à base de 2 gotas para 50ml d’água. Já sua alimentação especial para a fase de reprodução deverá ser a seguinte: quando houver filhotes no ninho, em uma vasilha separada, colocar 3 vezes ao dia, farinhada assim preparada: 5 partes de milharina, 1 parte de farelo de soja torrado,/ 1 parte de germe de trigo, / premix F1 da Nutrivet® (4 colheres de sopa para 1 quilo), / sal 2 gr. por quilo, / Mold-Zap® 1 gr. por quilo, / Mycosorb® 2 gr. por quilo. Após tudo isso estar muito bem misturado, coloque na hora de servir, para duas colheres dessa farinhada, uma gema de ovo cozido e uma colher cheia de “aminosol®”.

Dar-se larvas, utilizando a chamada Tenébrio molitor, oferecer até o filhote sair do ninho, à base de 5 de manhã e 5 à tarde para cada filhote. Excelente também a utilização de minhocas, dessas da califórnia e de fácil criação. Muito importante, oferecer-se o Calcigenol 3 gotas junto com 5 de Aminosol em 50 ml para a fêmea enquanto os filhotes estiverem no ninho. Outra questão relevante diz respeito ao lugar adequado para que eles possam exercer a procriação. Esse local deve ser claro mas com setor bem sombreado, arejado e sem correntes de vento. A temperatura ideal deve ficar na faixa de 25 a 30 graus Celsius e umidade relativa entre 40 e 60%.

O sabiá não gosta de muito sol direto, por isso deve-se ter muito cuidado com o calor excessivo que pode ser fatal. A época para a reprodução no Centro Sul do Brasil é de setembro a fevereiro, coincidente com o período chuvoso e com a choca na natureza. Pode-se criá-los em viveiros, grandes ou pequenos, todavia, não o aconselhamos. O manejo é difícil e controle do ambiente impossível, ali os filhotes costumam cair do ninho e morrem. Nunca coloque outros pássaros juntos com eles, são super agressivos e costumam matar sem piedade, sem dó qualquer outro pássaro, ainda mais se estiverem em processo de reprodução. Para quem optar por utilizar gaiolas – que tem a relação custo/benefício menor – elas devem ser de puro arame, com medida de 1m comprimento X 40cm largura X50 cm altura, com quatro portas na frente, comedouros pelo lado de fora para dentro da gaiola, e com um passador lateral.

A do macho pode ser a metade disso. No fundo, ou bandeja da gaiola, colocar papel, tipo jornal, para ser retirado todos os dias logo que a fêmea tomar banho, momento que se deve retirar a banheira para colocá-la no outro dia bem cedo. Entretanto, da época da reprodução, coloca-se uma vasilha com terra molhada bem limpa misturada com raiz de capim de 12 cm., deixar a banheira, também, com água sempre à disposição para que ela se molhe na água e depois utilizar a terra molhada para fazer o ninho com barro e raízes que lhe estão disponibilizadas.

Coloque vasos limpos e desinfetados de xaxim tamanho médio e certamente ela utilizará esse recipiente para fazer o ninho, tipo taça. Assim que ela botar os ovos, depois de dois dias que estiver deitada sobre eles, observe se o ninho não estiver bem feito – é comum que fique pontiagudo e cheio de ferpas, o que poderá ferir os filhotes -, nesse caso, arranje desses ninhos de belga dos grandes 14/15 cm de diâmetro (canários franceses ondulados) para colocar e proteger melhor os ovos, e tornar o ninho macio ela gostará e aceitará tranqüilamente. O número de ovos de cada postura é quase sempre 2, às vezes 3. Cada fêmea choca 3 vezes por ano, podendo tirar até 6 filhotes por temporada.

As sabiás fêmeas podem ficar bem próximas umas das outras separadas por uma divisão de tábua ou plástico, mas não podem se ver, de forma alguma. Senão, matam os filhotes ou interrompem o processo do choco, se isto acontecer. No manuseio do macho, o melhor, é colocá-lo para galar e imediatamente afastá-lo da fêmea. O filhote nasce aos treze dias depois de a fêmea deitar e sai do ninho também aos treze dias de idade e pode ser separado da mãe com 35 dias. Com 9 meses, já poderão procriar. As anilhas serão colocadas do 7O ao 10º dia, com 4,5 mm de diâmetro – bitola 7 a ser adquirida do Clube onde seja sócio. Pode-se trocar os ovos e os filhotes de mãe quando estão no ninho. Fundamental, porém, é que se tenha todo o cuidado com a higiene. Lembremos que os fungos, a coccidiose e as bactérias são os maiores inimigos da criação, e têm as suas ocorrências inversamente relacionadas com a higiene dispensada ao criadouro. Armazenar os alimentos fora da umidade e não levar aves estranhas para o criadouro antes de se fazer a quarentena, são cuidados indispensáveis.

A título de informação para reproduzir o sabiá bahiano (Turdus fumigatus) e o sabiá coleira (Turdus albicollis) os procedimentos são praticamente idênticos. Outra questão a mais importante na criação doméstica é que podemos produzir os cantos, isto é, escolher um determinado dialeto e encartá-lo nos filhotes nascidos, dando mais qualidade aos nascituros, aí é que está o segredo do sucesso. Isso é que nos anima. Muitos quererão possuir um pássaro diferenciado e que cante o seu dialeto preferido.

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Site 2: http://www.zoologico.sp.gov.br/animaisdozoo/sabia.htm
Ordem: Passeriformes
Família: Muscicapidae
Nome popular: Sabiá-laranjeira
Nome em inglês: Rufous-bellied Thrush
Nome científico: Turdus rufiventris
Distribuição geográfica: centro-leste da América do sul
Habitat: Florestas, campos, plantações e mesmo parques e praças em áreas urbanizadas.
Hábitos alimentares: Sementes, frutas, vermes e insetos.
Reprodução: Postura de 2 a 3 ovos, incubados por cerca de 25 dias.
Período de vida: Até 30 anos em cativeiro

Popular pelo seu persistente e belo canto, que começa mesmo antes do amanhecer, o Sabiá-Laranjeira (Turdus rufiventris) é o mais conhecido dentre as 17 espécies de sabiás que o Brasil possui, destacando-se pela barriga de coloração ferrugínea-alaranjada, que se sobressai do restante do corpo.

Ocorre em quase todo o território brasileiro, com exceção da Floresta Amazônica. Distribui-se ainda ao leste da Bolívia, Paraguai, norte e leste da Argentina e Uruguai. Mesmo habitando ambientes como florestas, cerradões e capoeiras, pode ser facilmente avistada em grandes centros urbanos, principalmente em bairros bem arborizados da cidade de São Paulo.

O sabiá-laranjeira possui cerca de 25 centímetros, sendo que a fêmea pesa cerca de 78 gramas e o macho 68 gramas, podendo viver de 25 a 30 anos. Freqüentemente desce ao solo à procura de alimento. É onívoro, alimentando-se com frutos e pequenos invertebrados como insetos e minhocas. Pode ser atraído facilmente para jardins e pomares com pitangueiras, amoreiras, jerivá, ameixa-amarela, goiabeiras, abacateiros, entre outros.

Durante a época reprodutiva, que vai de setembro à novembro o macho começa a cantar ao amanhecer (muitas vezes ainda de madrugada) e ao entardecer, para estimular as fêmeas e demarcar o território para a procriação. São territorialistas e tanto macho quanto a fêmea participam da construção do ninho, feito com gravetos cimentados com barro. A postura em média varia de 2 a 3 ovos que serão incubados cerca de 14 dias. Após a eclosão, o filhote permanecerá sob os cuidados dos pais por pouco mais de 1 mês.

Os hábitos simples, o temperamento dócil e a grande popularidade do sabiá-laranjeira, fez desse pássaro a ave-símbolo do Brasil. Foi proclamado no ano de 2002 como a ave-símbolo e ave nacional do Brasil escolhido dentre quase 2000 espécies brasileiras, além de ser instituído no mesmo ano o “Dia da Ave”, sendo a data 5 de outubro. É ainda declamado na “Canção do Exílio” de Gonçalves Dias.

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Site 3: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sabi%C3%A1-laranjeira

O sabiá-laranjeira (Turdus rufiventris), também conhecido como sabiá amarelo ou de peito roxo, tornou-se em 2002 a ave-símbolo do Brasil (já era ave-símbolo do estado de São Paulo desde 22 de setembro de 1966) por sua imensa popularidade no país, citada por diversos poetas como o pássaro que canta na estação do amor ou seja, primavera. Mede aproximadamente 25 centímetros, tendo plumagem vermelho-ferrugem no ventre, levemente alaranjado, sendo o restante do corpo de cor parda, com bico amarelo-escuro.

É ave de canto muito apreciado, que se assemelha ao som de uma flauta. Canta principalmente ao alvorecer e à tarde. O canto serve para demarcar território e, no caso dos machos, para atrair a fêmea.

Não há dimorfismo sexual, pois, ambos são iguais e a fêmea também canta, mas numa frequência bem menor que o macho.

O canto do Sabiá é parcialmente aprendido, havendo linhagens geográficas de tipos de canto, e se a ave conviver desde pequena com outras espécies, pode ser influenciada pelo canto delas e passar a ter um canto “impuro”.

Na natureza, é encontrado em casais e grupos familiares quando em proceso de criação.É ave de ambientes abertos, preferindo viver em bordas de matas, pomares, capoeiras, entorno de estradas, praças e quintais, sempre por perto de água abundante. É um pássaro territorial: demarca uma área geográfica quando está em processo de reprodução e não aceita a presença de outras aves da espécie. O sabiá-laranjeira vive em torno de 30 anos.

Sua nutrição se compõe basicamente de insetos, larvas, minhocas, e frutas maduras, incluindo frutas cultivadas como o mamão,a Laranja e Abacate. É uma ave que convive bem com ambientes modificados pelo homem, seja no campo ou na cidade, desde que tenha oportunidades de encontrar abrigo e alimento. Pode inclusive fazer seu ninho – uma tigela profunda de argila e folhas secas – em beirais de telhados.

No Brasil podem ser encontradas outras espécies de sabiá, tais como: Sabiá-una; Sabiá-pardo; Sabiá-branco; Sabiá-coleira.

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Site 4: http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./especie/fauna/index.html&conteudo=./especie/fauna/aves/turdus.html

Classe: Aves

Ordem: Passeriformes

Família: Muscicapidae

Nome científico: Turdus rufiventris

Nome vulgar: Sabiá-laranjeira

Categoria: não consta

É o mais conhecido entre os sabiás, sendo identificado pela cor ferrugínea do ventre e seu canto persistente durante o período reprodutivo. Em geral, a partir do mês de setembro, mesmo antes do amanhecer, inicia sua vocalização característica para atrair a fêmea e demarcar seu território.

Alimentação: frutos carnosos, minhocas e artrópodes.

Nidificação: constroem o ninho com fibras vegetais, adicionando um pouco de barro para melhor adesão entre elas. Os 3 ou 4 ovos são verde-azulados com pontos de sépia e medem 28 x 21 mm. O jovem, quando deixa o ninho, apresenta o peito pintalgado como outros sabiás.

Hábitat: matas ciliares, cerradões, pomares e áreas urbanas arborizadas.

Tamanho: 24,3 cm
Fonte: USP

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Site 5: http://ww2.prefeitura.sp.gov.br//arquivos/secretarias/meio_ambiente/fauna_flora/fauna/sabialaranjeira.pdf

Nome Popular: Sabiá-laranjeira
Nome científico: Turdus rufiventris
Onde pode ser encontrado em vida livre na cidade: Residente abundante em parques da cidade, jardins. Uma das aves mais comuns da cidade, principalmente onde há disponibilidade de frutos.
Biologia-Habitat: Florestas, matas abertas, capoeiras, cercas-vivas, áreas urbanas arborizadas. Nas florestas é encontrado com mais frequência no estrato médio e em jardins no chão.
Comportamento: Vivem aos casais e, às vezes, em pequenos grupos. Colocam seus ninhos em pomares.
Alimentação: Alimenta-se de várias espécies de frutos carnosos. Gostam muito de furar as laranjas maduras em busca do seu suco. Buscam alimentos vivos como insetos, moluscos e minhocas.
Reprodução: O ninho é feito de fibras vegetais e barro. Enquanto a fêmea incuba seus 3 a 4 ovos, o macho tem o hábito de cantar incessantemente.
Relação com a cidade (adaptação, impacto, doenças): Cospem os caroços de frutos contribuindo com a desseminação espontânea de espécies vegetais.
Curiosidades(tamanho, coloração, etc): Inconfundível por sua coloração ferrugínea-laranja no ventre.
Fontes consultadas:
- Arquivos da Divisão de Fauna
- Sick, Helmut. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira, 1997.
- Santos, E. Amador de pássaros. Ed. Itatiaia Limitada. Belo Horizonte, 1990.
- Belton, William. Aves do Rio Grande do Sul: Distribuição e Biologia. São Leopoldo. Ed. Ursinos, 1994.

 

Tem muitos sites sobre esse pássaro.

Aves 3 – Periquito verde

Publicado por: justnii em: Setembro 3, 2008

Periquito – Brotogeris tirica

Site 1: http://www.diagnostico.org.br/especies/especie.2006-04-30.4689168719

Nome Vulgar: Periquito verde, Periquito rico
Nome Científico: Brotogeris tirica
Classe: Aves
Gênero: Brotogeris
Espécie: tirica
Descrição: Essa ave possui cor característica verde, é vista freqüentemente em bandos, costuma acordar bem cedo fazendo muito barulho, o que torna ainda mais fácil o seu reconhecimento. Ela tem bico alto e recurvado. Os sexos são usualmente semelhantes, porém o macho costuma ser mais robusto, principalmente no que concerne ao bico, e com a cabeça mais quadrada, diferenças mais apreciáveis em um casal adulto que esteja lado a lado. Apresenta tamanho médio de 23cm e peso em torno de 70g. Costuma fazer seu ninho em cavidades e, na falta destas, no meio do emaranhado de ramos em coqueiros. Os machos geralmente são melhores faladores e capacidade e disposição de imitar qualquer tipo de som é impressionante. Costuma procurar seu alimento nas copas das árvores mais altas. Utiliza o bico como um terceiro pé : usa as patas para segurar a comida, levando-a à boca. Gosta das sementes e não da polpa das frutas. É atraído pelas árvores frutíferas como jerivá, mangueiras, jaboticabeiras, goiabeiras, laranjeiras e mamoeiros. Desloca-se velozmente, às vezes intercala entre séries de rápidas batidas um vôo de asas fechadas. A melhor defesa que possue é ficar imóvel e calado, imobiliza-se, fixando os olhos no perigo que supõe existir, confunde-se com o meio ambiente de tal maneira que parece “ter desaparecido”. Os periquitos ameaçados por algum perigo ficam às vezes pendurados em um galho, de ponta-cabeça, cessada a ameaça saem irrompendo em gritos. Os movimentos lentos que assumem ao andarem, treparem ou comerem parecem ser prudentes e calculados servindo também para se ocultarem ainda melhor. Vive rigorosamente em casais, ao que se sabe permanecem unidos por toda a vida. Os consortes são assíduos em seus galanteios, arrumando mutuamente a plumagem e às vezes acariando-se enquanto permanecem de ponta cabeça num galho. O par permanece freqüentemente junto dentro do ninho, mesmo de dia; em suas cercanias mostram-se cautelosos ao extremo, escapando da mais perspicaz observação, razão pela qual se sabe tão pouco sobre sua reprodução. Quando ouvem um ruído estranho põem meio corpo para fora, inspecionando os arredores e, se assustados, saem um depois do outro, sem emitir o menor som. Os periquitos roem um ninho em forma de retorta, o que o torna um ambiente favorável (microclima) considerando temperatura e umidade constante. Os ovos são arredondados, brancos e relativamente pequenos, sendo chocados principalmente pela fêmea que é visitada e alimentada pelo macho. O período de incubação gira em torno de 26 dias. Os pais alimentam os filhotes regurgitando-lhes comida. A reprodução não inibe totalmente o contato social com o bando, os casais mantêm-se. Os bandos que costumam se encontrar durante o período de reprodução devem se compor de indivíduos imaturos. A expectativa de vida é de aproximadamente 20 anos e a maturidade sexual ocorre entre 1 e 2 anos. É uma ave típica da Mata Atlântica.
Origem: Renctas

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Site 2: http://ww2.prefeitura.sp.gov.br//arquivos/secretarias/meio_ambiente/fauna_flora/fauna/periquitorico.pdf

Nome Popular: Periquito rico
Nome científico: Brotogeris tirica
Onde pode ser encontrado em vida livre na cidade: Encontrado em na maioria dos parques, bairros arborizados e áreas verdes da cidade.
Biologia-Habitat: Florestas, áreas abertas, parques, jardins
Comportamento Sociais: vivem em bandos.
Alimentação: Frutos, sementes e nectar. Nos meses de junho a agosto se alimentam das sementes do fruto da paineira. Também nessa época no ano, até setembro, podem ser observados coletando o néctar das flores vermelhas da Erithrina speciosa.
Reprodução: Constroem ninhos em cavidades de árvores ou nas bainhas foliares de palmeiras, junto ao tronco. Colocam 4 ovos brancos e a incubação dura cerca de 26 dias. Deixam o ninho cinco semanas após o nascimento os filhotes.
Curiosidades(tamanho, coloração, etc): Imitam com perfeição a vocalização de outros pássaros. O Brasil é o país mais rico do mundo em psitacídeos (periquitos, papagaios, araras e afins).
Fontes consultadas:

  1. Arquivos da Divisão de Fauna
  2. Sick, H. 1997. Ornitologia Brasileira. Editora Nova Fronteira. Rio de Janeiro, 912 p.
  3. Hofling, E & Camargo, H. F.A. 1993. Aves no Campus. – Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo, São Paulo, 126 p.

Não tem quase nada falando desse pássaro. Se isso não for suficiente, eu procuro mais um pouco.

Aves 2 – Bem-te-vi

Publicado por: justnii em: Setembro 3, 2008

Bem-te-vi  – Pitangus sulphuratus

Site 1: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bem-te-vi

O bem-te-vi (Brasil) ou grande-kiskadi (Portugal) é uma ave passeriforme da família dos tiranídeos de nome científico Pitangus sulphuratus, que provêm de pitanga guassu, ou seja, pitanga grande, forma pela qual os índios brasileiros tupi-guarani o chamavam; e do latim sulphuratus, pela cor amarela como enxofre no ventre da ave. A espécie é ainda conhecida pelos índios como pituã, pitaguá ou puintaguá. Outras acepções existentes são triste-vida, bentevi, bem-te-vi-verdadeiro, bem-te-vi-de-coria, tiuí, teuí, tic-tiui e siririca (somente para fêmeas). A versão portuguesa da palavra se assemelha com a anglófona: great kiskadee. Na Argentina é conhecido como bichofeo, vinteveo e benteveo; na Bolívia como frío; e de qu’est -ce na Guiana Francesa.

Os únicos representantes do género Pitangus eram o bem-te-vi e a espécie Pitangus lictor , porém atualmente só uma espécie enquadra-se neste género, o próprio bem-te-vi. A espécie Pitangus lictor agora é sinonímia da atual Philohydor lictor, o bem-te-vizinho.

A escrita bentevi não é reconhecida pelo Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.

Medindo cerca de 23,5 cm, caracteriza-se principalmente pela coloração amarela viva no ventre e uma listra branca no alto da cabeça, além do canto que nomeia o animal. Considerado um dos pássaros mais populares do Brasil, é um dos primeiros a vocalizarem ao amanhecer.

Morfologia

Constitui em uma ave de médio porte, medindo entre de 22 e 25 cm de comprimento para aproximadamente 60 gramas. Tem uma coloração parda no dorso; amarela viva na barriga; uma listra (sobrancelha) branca no alto da cabeça, acima dos olhos; cauda preta. O bico é preto, achatado, longo, resistente e um pouco encurvado. A garganta (zona logo abaixo do bico) é de cor branca.

Onde é encontrado?

É uma ave típica da América Latina, com uma distribuição geográfica que se estende predominantemente do sul do México à Argentina, em uma área estimada em 16.000.000 km². Entretanto, pode também ser encontrada no sul do Texas e na ilha de Trinidad. Foi introduzida nas Bermudas em 1957, importadas de Trinidad, e na década de 1970 em Tobago. Nas Bermudas, são a terceira espécie de ave mais comum, podendo atingir densidades populacionais de 8 a 10 pares por hectare.

É um habitante bem conhecido em todas as regiões brasileiras, podendo ser encontrado em cidades, matas e ambientes aquáticos como lagoas e rios. Pode-se vê-lo facilmente cantando em fios de telefone, em telhados ou banhando-se nos tanques ou chafarizes das praças públicas. Como podemos ver, possui grande capacidade de adaptação.

É uma das aves mais populares no Brasil. Anda geralmente sozinho, mas pode ser visto em grupos de três ou quatro que se reúnem habitualmente em antenas de televisão.

Lista de países e locais onde pode ser encontrado
Argentina Belize Bermudas Bolívia Brasil Chile
Colômbia Costa Rica Equador El Salvador Ilhas Malvinas Guiana Francesa
Guatemala Guiana Honduras México Nicarágua Panamá
Paraguai Peru Geórgia do Sul Sanduíche do Sul Suriname Trinidad e Tobago
Estados Unidos Uruguai Venezuela      

Para uma melhor visualização da sua área de distribuição poderá consultar este mapa (nota: ocorrência/ausência por país/região e não área de distribuição concreta). A ave não ocorre nem na costa ocidental da América do Sul nem no extremo sul (exemplo: Terra do Fogo).

Canto

O seu canto trissilábico característico enuncia as sílabas BEM-te-VI, que dão o nome à espécie. Portanto, seu nome popular possui origem onomatopéica. Seu canto pode ser também dissilábico, emitindo um BI-HÍA ou ainda monossilábico, quando escutamos um TCHÍA.

Os cantos têm sonoridades diferentes consoante o local. É uma das razões de serem utilizados vários nomes comuns para esta espécie.

Reprodução

Constrói o ninho com capim e pequenas ramas de vegetais em galhos de árvores geralmente bem cerradas. Pode inclusive utilizar para construir o seu ninho, sobretudo em zonas urbanas, material de origem humana: papel, plástico e fios. Seu ninho tem uma forma de esfera com a entrada na parte superior, medindo cerca de 25 cm de diâmetro, geralmente é construído no topo de árvores altas, na forquilha de um galho, mas é muito comum também vê-lo nas cavidades dos geradores de postes, podendo ficar entre 3 e 12 m do solo. Põe cerca de quatro ovos brancos e alongados. Eles são brancos logo após a postura, mas após um tempo passam a ficar amarelados. Os ovos medem 31 x 21 milímetros e são incubados pelo casal. Não há dimorfismo sexual entre a espécie.

São aves monogâmicas e quando da nidificação o território circundante ao ninho é defendido vigorosamente, podendo vir a ser agressivo com outros pássaros e até mesmo outros animais ao se sentir ameaçado. Por esta razão que faz parte da família dos tiranídeos (de tirano). É comum vê-los dando rasantes em aves de rapina (principalmente gaviões) que entram no seu território.

Alimentação

Possui uma variada alimentação. É insetívoro, podendo devorar centenas de insetos diariamente. Mas também come frutas (como bananas, mamões, maçãs, laranjas, pitangas e muitas outras), ovos de outros passarinhos, flores de jardins, minhocas, cobras, pequenas cobras, lagartos, crustáceos, além de peixes e girinos de rios e lagos de pouca profundidade. Costuma comer parasitas (carrapatos) de bovinos e eqüinos. Atrapalha a apicultura por ser predador de abelhas. Apesar de ser mais comum vê-lo capturar insetos pousados em ramos, também é comum atacá-los durante o vôo. Atacam também ninhos de outras aves, como a cambacica.

Em suma, é uma ave que está sempre descobrindo novas formas de alimento. Devido ao seu regime alimentar generalista, por vezes poderá ajudar a controlar pragas de insectos, como por exemplo, sabe-se que esta ave se alimenta de répteis do género Anolis. Estes répteis, por sua vez, alimentam-se de escaravelhos predadores de insectos. A ave, ao fazer diminuir o número de répteis, fará com que sobrevivam mais escaravelhos, que aumentando o seu número, poderão controlar (diminuir) o número das suas presas (neste caso, insectos, que poderão em certas circunstâncias serem consideradas pragas, prejudicando as actividades humanas).

Ecologia

Tem um importante papel na dispersão de sementes. Em áreas de cerrado do estado de São Paulo, é uma das aves mais importante na dispersão de sementes da espécie Ocotea pulchella Mart. Em certas regiões poderá ser migratória.

Segundo a Lista Vermelha de Espécies ameaçadas da IUCN, esta ave tem um estado de conservação de Segura ou pouco preocupante (Least Concern). A população mundial está estimada em 5.000.000 a 50.000.000 indivíduos (Rich et al. 2003).

Subespécies

Segundo a Avibase – The World Bird Database as subespécies são:

  • Pitangus sulphuratus argentinus
  • Pitangus sulphuratus bolivianus
  • Pitangus sulphuratus caucensis
  • Pitangus sulphuratus derbianus
  • Pitangus sulphuratus guatimalensis
  • Pitangus sulphuratus maximiliani
  • Pitangus sulphuratus rufipennis
  • Pitangus sulphuratus sulphuratus
  • Pitangus sulphuratus texanus
  • Pitangus sulphuratus trinitatis

Denominações noutras línguas

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Site 2: http://www.vidadecao.com.br/cao/index2.asp?menu=curiosidade_bemtevi.htm

Não dá para copiar nada do site. Caso vocês queiram a informação, entrem direto no link!

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Site 3: http://ww2.prefeitura.sp.gov.br//arquivos/secretarias/meio_ambiente/fauna_flora/fauna/bemtevi.pdf

 

Nome Popular: Bem-te-vi 

Nome científico: Pitangus sulphuratus

Onde pode ser encontrado em vida livre na cidade: Podemos observá-los em todos os parques, áreas verdes da cidade, inclusive pousando em edifícios.

Biologia - Habitat: Encontrados em quase todos habitats, mais comumente perto de áreas abertas e úmidas, mas pode ser encontrado nas praias de mar, jardins em cidades, clareiras, florestas e eucaliptais.

Comportamento: São agressivos, ameaçam até gaviões e urubús quando esses se aproximam de seu “território”. Costumam pousar em lugares salientes como postes e topos de árvores.

Alimentação: Insetos, ovos de outros passarinhos, minhocas, frutas, peixes pequenos, e até cobras, camundongos, rãs e aranhas.

Reprodução: Põe 2 a 3 ovos e o período de incubação é de 17 dias.

Relação com a cidade (adaptação, impacto, doenças): Adapta-se a qualquer meio. Como é insetívora, merece a proteção do homem, uma vez que faz o controle de insetos na cidade. É uma das aves melhor adaptadas às áreas urbanas.

Curiosidades(tamanho, coloração, etc): Bem-te-vi é um nome onomatopéico que representa a vocalização mais característica desta espécie “bem-ti-virr”.

Fontes consultadas:

- Arquivos da Divisão de Fauna

- Aves – MEC – Ministério da Educação e Cultura – Enciclopédia Infantil Brasileira, Rio de Janeiro. Artes Gráficas Gomes de Souza S/A.

 

- Belton, Wiliam - Aves do Rio Grande do Sul: Distribuição e Biologia – - Ed. Unisinos – RS; 1994.

- Santos, Eurico -  amador de pássaros – . Ed. Itatiaia Ltda -BH, 1990.

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Site opcional:

http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/animais/bem-te-vi.php

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Aves – Quero-quero

Publicado por: justnii em: Setembro 3, 2008

Vou começar um “blog”

pesquisa do senhor meu namorado, para ficar mais fácil de ler!

PS: Tem dois sites!

Quero-quero – (Vanellus chilensis)Família Charadriidae

Site 1: http://www.faunacps.cnpm.embrapa.br/ave/queroq.html

Caracterização

Mede 37 cm, peso 277 g. Possui um esporão pontudo, ósseo, com 1 cm de comprimento no encontro das asas, uma faixa preta desde o pescoço ao peito e ainda umas penas longas (penhacho)  na região posterior da cabeça, tem um desenho chamativo de preto, branco e cinzento na plumagem. A íris e as pernas são avermelhadas. O esporão é exibido a rivais ou inimigos com um alçar de asa ou durante o vôo. Sexos semelhantes.

Habitat

Vive em banhados e pastagens; é visto em estradas, freqüentemente longe d’água.

Distribuição

Ocorre da América Central até a Terra do Fogo e em todo o Brasil.

Hábitos

Adota às vezes tática de pescar semelhante à de certas garças, espantando larvas de insetos e peixinhos ocultos na lama mexendo rapidamente o pé.

Alimentação

Larvas de insetos, peixinhos ocultos na lama, insetos, pequenos crustáceos,moluscos e outros artrópodes que encontra na terra.

Reprodução

Na primavera, a fêmea põe normalmente de três a quatro ovos. Nidificam em uma cavidade esgravatada no solo; os ovos têm formato de pião ou pêra, forma adequada para rolarem ao redor de seu próprio eixo e não lateralmente, sendo manchados, confundindo-se perfeitamente com o solo. Quando os adultos são espantados do ninho fingem-se de feridos a fim de desviar dali o inimigo; o macho, torna-se agressivo até mesmo a um homem.

Os filhotes são nidífugos: capazes de abandonar o ninho quase que imediatamente após o descascamento do ovo.

Manifestações sonoras

Voz: “tero-tero”. Esse som é emitido dia e noite.

Curiosidades

É muito estimado pelos fazendeiros, por ser o “vigia” das fazendas, funciona como sentinela dos lugares onde habita, alertando para qualquer alteração na sua área. Qualquer barulho ou intruso é logo denunciado pela gritaria. É uma ave muito popular no Brasil.

Bibliografia

Helmt Sick, 1988. “Ornitologia Brasileira”.
Marco Antonio de Andrade, 1997. “Aves Silvestres – Minas Gerais”.
John S. Dunning & William Belton, 1993. “Aves Silvestres do Rio Grande do Sul”.

 

Site 2: http://pt.wikipedia.org/wiki/Quero-quero

O quero-quero (Brasil) ou abibe-do-sul (Portugal) (Vanellus chilensis), também conhecido por tetéu, téu-téu, terém-terém e espanta-boiada, é uma ave da ordem dos Ciconiiformes (anteriormente Charadriiformes), pertencendo a família dos Charadriidae. Em espanhol é conhecido por tero común e em inglês, Southern Lapwing. O nome é uma onomatopéia de seu canto característico. (Caso alguém queira o som, eu tenho, depois envio por e-mail, ok?!)

Aparência

Trata-se uma ave do tamanho de uma perdiz e caracteriza-se pelo colorido geral cinza-claro, com ornatos pretos na cabeça, peito e cauda. A barriga é branca e a asa tem penas verde-metálicas. Apresenta um penacho na região posterior da cabeça; o bico, os olhos e as pernas são avermelhados e tem um par de esporões ósseos de 1 cm no encontro das asas. Não há dimorfismo sexual. Mede em torno de 37 cm de altura e pesa menos que 300 g.
 
Distribuição Geográfica

O quero-quero é uma ave típica da América do Sul, sendo encontrado desde a Argentina e leste da Bolívia até a margem direita do baixo Amazonas e principalmente no Rio Grande do Sul, no Brasil. Habita as grandes campinas úmidas e os espraiados dos rios e lagoas.

Dieta

O quero-quero se alimenta de invertebrados aquáticos e peixinhos que encontra na lama. Para capturá-los, ele agita a lama com as patas para provocar a fuga de suas presas. Também se alimenta de artrópodes e moluscos terrestres.

Reprodução

Os ovos são postos durante a primavera em um ninho feito no solo. Para não rolarem, os ovos têm um formato semelhante a um pião. A casca é pintada com manchas escuras que favorecem a camuflagem em meio à grama alta. Ambos os pais protegem o ninho. Uma das táticas adotadas pela ave é fingir estar ferida quando algum intruso se aproxima do ninho. Outra tática é ir se afastando e levando para longe eventuais agressores do ninho. O macho é agressivo e ataca qualquer criatura que ofereça perigo, incluindo seres humanos.

Hábitos

O quero-quero é sempre o primeiro a dar o alarma quando algum intruso invade seus domínios. É uma ave briguenta que provoca rixa com qualquer outra espécie habitante da mesma campina. As capivaras tiram bom proveito da convivência com o quero-quero, pois, conforme a entonação, o grito dessa ave pode significar perigo. Então os grandes roedores procuram refúgio na água.

Essa característica faz do quero-quero um excelente cão de guarda, sendo utilizado por algumas empresas que possuem seu parque fabril populado por estas aves.

Quero-quero ou abibe-do-sul
Estado de conservação
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Ciconiiformes
Charadriiformes
Família: Charadriidae
Género: Vanellus
Espécie: V. chilensis
Nome binomial
Vanellus chilensis
( Molina, 1782)