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Aves 6 – tico-tico

Publicado por: justnii em: Setembro 3, 2008

Tico – tico – Zonotrichia capensis

Site 1: http://ww2.prefeitura.sp.gov.br//arquivos/secretarias/meio_ambiente/fauna_flora/fauna/ticotico.pdf

Nome Popular : Tico-tico
Nome científico : Zonotrichia capensis
Onde pode ser encontrado em vida livre na cidade: É comum e abundante em todos os parques e bairros da cidade.
Biologia – Habitat: Encontrado praticamente em todos os tipos de habitat: campos, beiras de florestas, capoeiras, áreas urbanas arborizadas.
Comportamento: São encontrados solitários, aos pares e também em grupos homogêneos. Enquando são perturbados no ninho, algumas vezes os adultos tentam atrair o intruso para longe do ninho correndo no chão e fingindo ter uma asa quebrada.
Alimentação: Alimentam-se de sementes, insetos, geralmente no solo onde se movimenta aos pulinhos.
Reprodução: Os ninhos contém de 3 a 5 ovos. Os filhotes nascem após 12 ou 13 dis de incubação e são alimentados pelos pais. Abandonam o ninho 9 a 12 dias após o nascimento, tornandose independentes com 20 a 30 dias de vida.
Grau de ameaça no Estado de S.Paulo e no Brasil: Pelo fato do tico-tico ser vítima do parasitismo do chopim, além da expulsão pelo próprio homem (urbanização), cita-se que há declínio de suas população.
Relação com a cidade (adaptação, impacto, doenças): Atacam regularmente revoadas de cupins, contribuindo com o controle biológico de pregas.
Curiosidades(tamanho, coloração, etc): Apresenta topete listrado típico. É comum os chopins colocarem seus ovos em ninhos de tico-ticos que os chocam. Os filhotes das 2 espécies são criados juntos com sucesso.
Fontes consultadas:
- Arquivos da Divisã de Fauna
- Sick, H. 1997. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro. Nova Fronteira, 912 p.
- Belton, William. 1994. Aves do Rio Grande do Sul:
Distribuição e Biologia. Ed. Ursinos, São Leopoldo. 584 p. 

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Site 2: http://pt.wikipedia.org/wiki/Zonotrichia_capensis

O tico-tico (Zonotrichia capensis) é uma ave da ordem Passeriformes, família Emberizidae. Ocorre em todo o Brasil, exceto na Floresta Amazônica, e tem aproximadamente 13,5 cm.

Costuma habitar campos de cultura e perto de habitações, bota de 3 a 5 ovos e a incubação leva aproximadamente 13 dias.

Macho e fêmea são muito parecidos, mas o canto do macho é mais alto e mais prolongado; além disso, quando um casal está junto, geralmente só o macho levanta o topete. O jovem não tem as marcações bem definidas na cabeça.

Comportamento e reprodução: Tico-tico alimentando um chupim juvenilCanto bastante conhecido e melodioso. O canto noturno é diferente e mais curto. Em gaiola costumam abandonar os ovos ou filhotes, que precisariam ser passados para a ama-seca. Reproduzem-se melhor em viveiros arborizados. Na natureza são freqüentemente parasitados pelo chupim.

Tipo de ninho: Em forma de taça. Aceitam perfeitamente ninhos de corda 10 cm de diâmetro.

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Site 3: http://www.species.it/resources/species/Aves/Zonotrichia_capensisPOR.htm

Ave de ampla distribuição, que ocorre em qualquer área aberta² em todas as regiões do Brasil, exceto pela Amazônia por conta de suas densas florestas. Habita paisagens abertas, campos de cultura, fazendas, jardins, e até mesmo, pátios e coberturas ajardinados.
Possuindo aproximadamente 15 cm são característicos da espécie: o pequeno topete, o desenho listrado de cinza e preto da cabeça, a garganta branca, o peito riscado de marrom e negro e o colar ferrugíneo, sendo, geralmente, menos pronunciados no sexo feminino. O jovem não apresenta as faixas na cabeça, a nódoa preta ao lado do pescoço e o colar vermelho, possuindo manchinhas negras no peito.
Alimentam-se de sementes e insetos apanhados no solo, onde se movimenta por meio de pequenos pulos, um dos traços mais interessantes de seu comportamento.
Emitem forte vocalização apenas durante o período reprodutivo; depois, parando ou vocalizando com pouco vigor. Seu canto diurno tem quatro a cinco assobios claros e bem pronunciados e à noite, ou em situações de perigo, mesmo durante o dia, emite o chamado canto noturno, que mais é forte e diferente do primeiro5.
Vivem estritamente aos casais sendo extremamente fiéis a um território, defendido energicamente pelo macho contra a aproximação de outros de sua espécie, abaixando-se, abrindo as asas e inclinando-se para frente com o bico semi-aberto.
Constroem o ninho, em forma de tigela aberta e espessa, em arbustos, moitas, capins, barrancos e até mesmo no chão. Na sua construção, utilizam raízes e ramos, revestindo a cavidade interna com ervas e pêlos e enfeitando, externamente, com musgos verdes. Os três a cinco ovos medem cerca de 21×15 mm e são esverdeados e cobertos por pontos avermelhados5.
Após um período de incubação de 12 a 13 dias, nascem os filhotes que são alimentados pelos pais que se revezam, trazendo invertebrados, como artrópodes (em geral esmagados) na ponta do bico ou, quando os filhotes já estão mais crescidos, insetos maiores e inteiros presos entre as maxilas. Os jovens abandonam o ninho entre o 9° e o 12° dia de vida e estabelecem território próprio entre o 5° e 11° mês de vida.
O ninho do tico-tico é tradicionalmente parasitado pelo chopim (Molothrus bonariensis) que ali coloca os seus ovos. Com freqüência, é possível observar tico-ticos adultos alimentando os enormes e desajeitados filhotes de chopim.
TAXONOMY
Kingdom: ANIMALIA
Phylum: CHORDATA
Class: AVES
Order: PASSERIFORMES
Family: EMBERIZIDAE
Genus: Zonortichia
Species: Zonotrichia capensis
Authority: Müller, 1776

Conservation:
Histórico: 1988 – Baixo Risco/Não ameaçada (BirdLife International 2004) 1994 – Baixo Risco/Não ameaçada (BirdLife International 2004) 2000 – Baixo Risco/Não ameaçada (BirdLife International 2000)

NÃO AMEAÇADA A classificação de espécie não ameaçada é aplicada quando esta, avaliada pelos critérios padrões, não se enquadra nas categorias: Criticamente Ameaçada, Ameaçada, Vulnerável ou Em Perigo. A vasta distribuição e as abundantes taxas da espécie são parâmetros para inclusão na categoria de espécie Não Ameaçada.

Literature:

1 – SICK, H. 1984. Ornitologia Brasileira. Brasília: Editora Universidade de Brasília. 827 p.
2 – DEVELEY, P. F. 2004. Aves da Grande São Paulo: guia de campo. São Paulo: Aves e Fotos Editora. 295 p.
3 – ANDRADE, M.A.1992. Aves Silvestres: Minas Gerais. Belo Horizonte: Conselho Internacional para a Preservação das Aves, 176 p.
4 – FERREZ, L.1992. Observando Aves no Estado do Rio de Janeiro. Contagem: Kittera Maciel, 122 p.
5 – HÖFLING, E. & CAMARGO, H.F.A. 1999. Aves no Campus da Cidade Universitária Armando Salles de Oliveira. 3.ed. ver. e ampl. São Paulo: EDUSP. 157 p.

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Sites extras:

http://www.xeno-canto.org/browse.php?query=Zonotrichia%20capensis&pagenumber=&order=country&view=0&lang=port

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